Trump diz que poderá “tomar” Cuba e eleva tensão com Havana em meio a apagão total na ilha

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (16) que teria “a honra” de “tomar” Cuba e sugeriu que Washingtonclarações mais agressivas feitas por ele sobre o futuro do país caribenho.

A fala foi dada a repórteres na Casa Branca e ampliou a tensão diplomática entre os dois governos. s ocorreram no mesmo dia em que Cuba sofreu um colapso em seu sistema elétrico nacional, deixando milhões de pessoas sem energia. Autoridades cubanas confirmaram o apagão generalizado e iniciaram uma reconexão gradual da rede, em meio a uma crise energética agravada pela escassez de combustível e pela precariedade da infraestrutura elétrica.

Também acontece poucos dias depois de o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reconhecer publicamente que seu governo mantém conversas com os Estados Unidos para tentar reduzir as tensões bilaterais por meio do diálogo. Ao mesmo tempo, a Casa Branca mantém pressão crescente sobre Havana, com medidas que atingem o abastecimento de petróleo da ilha e aprofundam a fragilidade econômica do país. eses, a crise energética cubana se intensificou com a redução das importações de combustível e sucessivos apagões.

Agências internacionais relatam que a falta de manutenção da rede elétrica e a dificuldade de acesso a petróleo agravaram ainda mais a situação, aumentando o desgaste interno do regime e a insatisfação da população. mp adiciona um novo elemento de instabilidade a uma relação historicamente marcada por embargo, confrontos diplomáticos e tentativas fracassadas de reaproximação. Até o momento, não indicação formal de qualquer ação concreta dos EUA para intervir em Cuba, mas o tom adotado pelo presidente reforça o ambiente de incerteza sobre os próximos passos de Washington em relação à ilha.